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Mostrando postagens com o rótulo Agente Dalmey

República de Curitiba, a Máquina de Moer Gente

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Moro, Dallagnol e demais comparsas. Estamos extenuados, mas Vivos! Este é um resumo muitíssimo compacto de uma das inúmeras frentes de destruição de reputação a nós imposta pela "Máquina de Moer Gente", também conhecida como "Força Tarefa da Lava Jato", muito bem definida pelo Ministro Gilmar Mendes do STF como a ORCRIM "República de Curitiba".

Deltan DALLAGNOL, BASTA CARA!

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Os brasileiros já estão cientes de tudo que a lava-jato e o inominável fizeram de ruim ao país "Quousque tandem, DELTANMORO, abutere patientia nostra"  "Deltan Dallagnol, já Basta.  Já basta CARA! Basta de vídeos falaciosos. Mais um ABSURDO: O TCU quer ME PUNIR por COMBATER A CORRUPÇÃO! pic.twitter.com/016IkfkNcA — Deltan Dallagnol (@deltanmd) May 24, 2022 Desista de continuar tentando enganar pessoas ingênuas, incautas. Os brasileiros já estão cientes de tudo de ruim que fizeram ao país. Eu, minha família e meu amigo de Bauru/SP há 7 anos estamos sobrevivendo a toda covardia do Lavajatismo e de seus pares que infelizmente ainda estão infiltrados em instituições Repúblicanas. Pessoas morreram em função da tortura que impuseram a elas. Não só sobrevivi, mas estes 7 anos de perseguição covarde produziram em mim várias camadas de proteção contra vcs. São patéticos seus vídeos padrão MBL e mamãe Falei, sem dar chance ao contraditório. Não ataque as instituições da República...

Vamos à Luta entrevista Dalmey Werlang

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No dia 6 de maio de 2022 o agente federal Dalmey Werlang concedeu uma entrevista ao Magal, do programa Vamos à Luta, na Rádio Cultura de Curitiba. Acompanhe o programa na íntegra através do vídeo abaixo e saiba mais sobre as ilegalidades praticadas pela outrora autodenominada Operação Lava Jato, que tantos prejuízos trouxe ao Brasil e, de maneira criminosa, à reputação de Lula, do PT e de tantas outras empresas, pessoas e políticos. Não tenha dúvidas, tudo foi parte de um projeto de poder para impedir Lula de concorrer às eleições de 2018 e tentar acabar com o Partido dos Trabalhadores, o maior partido de esquerda da América Latina. Foi um duro golpe armado contra toda a população brasileira.  

Salvemos os YANOMAMIS, e todos os ÍNDIOS DO BRASIL

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Criança yanomami da aldeia de Paapiú com malária é carregada, em janeiro de 1990 Foto de Josemar Gonçalves/Agência O GLOBO   Policial que faz vista grossa para garimpo ilegal, grilagem de terra e ataque aos povos INDÍGENAS - suas terras e demais áreas de PRESERVAÇÃO - NÃO PASSAM DE CRIMINOSOS EQUIPADOS E PAGOS COM DINHEIRO PÚBLICO.  Em 1992 estive nas terras Yanomami, em Roraima, atuando no combate ao garimpo ilegal que levava doença e morte para aqueles povos indígenas que são um patrimônio da humanidade. Assisti pessoalmente como  todo o mal e crueldade que a ganância de alguns afeta profundamente a rotina dos nossos povos originários. Atuei em outras regiões também, mas o caso dos Yanomamis era ainda mais chocante dado o isolamento que viviam, e por terem sido  subitamente agredidos pela ganância insana dos invasores. Em 1993, um colega policial federal que trabalhava comigo em Guajará-Mirim/RO também foi designado para missão nas reservas Yanomami, sendo que em u...

Lava-jato: Essa foi só a primeira investida da ORCRIM

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Hoje, precisei dar uma estudada nas dezenas de quilos de papel e milhares de páginas produzidas durante sete anos de  LAWFARE¹ que nos foi imposto após o dia 05 de maio de 2015, quando denunciamos o grampo ilegal da Lava-jato na cela do doleiro Alberto Youssef, na Polícia Federal do Paraná, fato que  deveria ter estancado aquela Podridão da "República de Curitiba" ainda no seu início. Revendo este material deparei-me com uma matéria jornalística — será que é jornalismo isso? — da época, que resume o método lavajatista de destruição de reputações. Em 05 e 06 de maio de 2005 formalizamos as denúncias contra o Delegados que cometeram os crimes. Em 17 de maio de 2015 o MPF/PR, do hoje Deltan ‘Nada’ Dallagnol, Januário Paludo e dos "filhos de Paludo", todos amigos do hoje também Sérgio ‘Nada’ Moro, já tinha traçado a estratégia de contra-ataque, acusando-nos, em uma nota para a imprensa, patética e criminosa, publicada em vários veículos da mídia hegemônica — dentre eles...

MEU SOBRENOME É "DO BRASIL"

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Esses dias me deparei com ataques a uma das minhas postagens pró Lula no Facebook. Causou-me um desconforto como nenhuma outra me houvera provocado antes, dado o sobrenome da suposta titular da conta, que, com soberba tacanha, se dizia uma "Werlang", a legítima, rs. Parecia até que se tratava de uma representante e herdeira dos Hohenzollern (família real da Prússia).  Em dado momento os ataques foram contra minha esposa, "uma não Werlang", rs. Surreal!!  Quando me deparo com situações análogas de profunda ignorância e negação do próprio passado, costumo ser um pouco duro, taxando estas pessoas de analfabetos políticos, analfabetos funcionais ou, simplesmente, ignorantes.  Ora, quem são os Werlang? Não para mim, mas para a História, o fato é que os Werlang do Brasil são tão somente os descendentes de dois IMIGRANTES advindos de uma Europa empobrecida e em crise, ou seja, excluídos e SEM-TERRA da Europa do início do Século XIX , que em 1825 foram acolhidos no Continen...

Memória: "Delegados promovidos na gestão Moro teriam ordenado grampo ilegal, diz sindicância"

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Escuta foi colocada em cela da Lava Jato em 2014; policiais acusados faziam parte da cúpula da operação na época Redação Brasil de Fato | São Paulo (SP) | 12 de Julho de 2019 às 13:36 O (ex) ministro Sérgio Moro e o delegado Rosalvo Ferreira (ao fundo) durante evento em Brasília Marcelo Casal Jr. | Agência Brasil "Três delegados que atuavam na linha de frente da Lava Jato e que hoje compõem a cúpula da Polícia Federal (PF) e do Ministério da Justiça são acusados de terem ordenado grampos ilegais contra prisioneiros da operação, em 2014. Dois desses delegados foram promovidos e nomeados para funções em Brasília neste ano, na gestão do atual ministro da Justiça, Sérgio Moro. Análise feita por uma sindicância da PF, e revelada nesta sexta-feira (12) pela revista Veja e pelo site do jornal Folha de S. Paulo , aponta que uma escuta instalada em cela de presos da Lava Jato, em 2014, gravou irregularmente 260 horas de conversas. Os grampeados foram o doleiro Alberto Youssef (que descobr...

Memória: "Abuso de autoridade: a colheita do que alguns plantaram"

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A denúncia feita num feriado - contra Dalmey e Fanton - cinco dias depois já estava na capa do "Estadão"   Marcelo Auler (3 de dezembro de 2016) "No momento em que membros do ministério público e magistrados reclamam do Projeto de Lei de Abuso de Autoridade aprovado sorrateiramente por 313 deputados, muitos deles envolvidos em investigações criminais, convém lembrar casos narrados neste blog em que sobressaem suspeitas do abuso de autoridade envolvendo justamente a Força Tarefa da Lava Jato. Reforço, nesta postagem, o respeito e a admiração que o Ministério Público como um todo, em especial a Procuradoria da República, sempre mereceram de minha parte desde o início dos anos 90, ou seja, período pós Constituição Cidadã. Da mesma forma que registro meu reconhecimento pela necessidade da luta contra a corrupção no país, notadamente no meio político. Mas, isto não pode nem deve se tornar uma prioridade única, a ser feita a qualquer preço, menos ainda passando por cima das le...

Joaquim de Carvalho entrevista o Policial Federal Dalmey Werlang

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(Boa Noite 247 de 06/04/2022) O jornalista investigativo Joaquim de Carvalho retoma a entrevista com Policial Federal Dalmey Werlang, que, juntamente com o Delegado Fanton, formalizou a primeira denúncia de ilegalidades praticadas por agentes públicos que comandavam a auto denominada Operação Lava-Jato. O Agente Dalmey foi o primeiro policial a denunciar as ilegalidades da operação. “Prefiro os que me criticam, porque me corrigem, aos que me elogiam, porque me corrompem.” ~  Santo Agostinho Saiba mais sobre a farsa da Lava-Jato: aperte o 'Play' e assista a entrevista ...

Memória: "Doleiro confirma escuta clandestina em cela da Lava Jato"

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Em depoimento à Polícia Federal, Alberto Youssef revela que foi monitorado por grampo ilegal durante 15 dias - via Metróples   (06/07/2019) "Em depoimento prestado à Superintendência da Polícia Federal em São Paulo, o doleiro Alberto Youssef afirmou que um agente da PF, Dalmey Werlang , teria assumido a autoria da instalação de grampo clandestino na sua cela, enquanto esteve preso em Curitiba. São informações exclusivas da revista Veja . O agente, segundo as perguntas da PF a Youssef, apontou os delegados Igor Romário, Márcio Anselmo e Rosalvo Franco, que atuavam na Lava Jato naquele período, como os mandantes da ação clandestina. Um dos primeiros delatores da Lava Jato, Alberto Youssef ficou três anos preso na carceragem da PF em Curitiba. Acusado de ser o principal operador de propinas no bilionário esquema de corrupção na Petrobras, conseguiu a progressão para regime aberto, em 2017, graças a acordo de colaboração premiada que fechou com a força-tarefa do Ministério Público Fe...

O neofascismo está impregnado nas instituições brasileiras

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Delegado Mário Renato Castanheira Fanton e o agente federal Dalmey Fernando Werlang   É bem verdade que a MÁQUINA DE MOER GENTE HONESTA E DE ASSASSINATO DE REPUTAÇÕES sempre existiu, mas, após a Lava-Jato os ataques são bem mais impiedosos e cruéis contra pessoas que pregam e aplicam o Legalismo e a Ética em conformidade com o que rege a CARTA MAGNA, a Constituição da República Federativa do Brasil , tão judiada, rasgada e desprezada a partir do avanço criminoso da Lava-Jato. O amigo que conheci em 2015, ora irmão que Deus colocou na minha vida naquele ano, MÁRIO RENATO CASTANHEIRA FANTON , é um exemplo vivo de que alguma força divina vem nos acompanhando ao longo destes 7 anos de luta inglória por uma nação mais justa, porque a resistência fanática do mal ainda não conseguiu nos eliminar. "Chorar tem a função de gerenciar o nosso estresse e fazer com que o corpo volte à sua situação de equilíbrio"  ( Viva Bem UOL ) São 7 anos deixando o corpo e a mente livres para essas ma...

Ratificando a Denúncia em Depoimento na 13ª Vara em Set/2015, perante o então Juiz Sergio Moro.

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O Agente Dalmey Werlang encara o ex-juiz Sergio Moro (Curitiba, 16/09/2015) - Fonte: YouTube   Em 2015, bem no auge da Histeria Coletiva que dominava a Nação, regida pela Mídia associada aos propósitos obscuros da Operação Lava Jato, fui intimado pela 13ª Vara Federal de Curitiba para prestar depoimento acerca dos fatos que envolviam a Escuta Ambiental encontrada na Cela do Doleiro Alberto Youssef . Sob a Vara do agente público Juíz Federal Sérgio Moro, que o povo acreditava estar servindo ao Estado Brasileiro e que à época já vinha sendo muito bem representado nas ruas e manifestações por um gigante boneco de " Super Homem inflado e oco ", não me furtei ao cumprimento do meu dever. Me recordo como se fosse hoje daquele dia, quando era mantido afastado compulsoriamente da família que permanecia indefesa e exposta em Curitiba/PR.  Exilado na Delegacia de Paranaguá/PR por força de ordem de missão que partiu dos dirigentes da Polícia Federal de Curitiba/PR , ou seja, das mesmas ...

(Boa Noite 247 de 31/03/2022) O jornalista investigativo Joaquim de Carvalho entrevista Dalmey Werlang, que, juntamente com o Delegado Fanton, formalizou a primeira denúncia de ilegalidades praticadas por agentes públicos que comandavam a auto denominada Operação Lava-Jato.

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Depoimento do Agente Dalmey à CPI da Petrobras (Brasília, 2015) - Foto: Divulgação   Há 8 anos, em abril de 2014, foi descoberta uma escuta ambiental em uma cela da Superintendência Regional da Polícia Federal no Paraná onde se encontravam recolhidos presos da Operação LAVA-JATO.  Posteriormente tomamos conhecimento que os Delegados da Lava-Jato que determinaram a instalação o fizeram de forma absolutamente Ilegal e Criminosa , forjando procedimentos, manipulando provas e fraudando processos no sentido de abafar o caso. Em maio de 2015 o AGENTE DALMEY e o DELEGADO FANTON formalizaram denúncias ao Ministério Público Federal no Paraná e à Corregedoria da Polícia Federal em Brasília relatando as ilegalidades que vinham sendo perpetradas por Agentes Públicos que coordenavam a referida Operação em Curitiba/PR. Em que pese as provas apresentadas de que a Força Tarefa da Lava-Jato estava cometendo ilegalidades no curso da investigação, os policiais que denunciaram passaram a ser p...

Memória: "Calúnia na PF-PR: juiz rejeita denúncia e critica MPF"

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Quatro dos delegados que representaram ao MPF: Igor de Pasula, Marcio Adriano, Mauricio Moscardi e Erika Mialik (Veja/Reprodução) Marcelo Auler (30 de setembro de 2015) "Os delegados responsáveis pela Operação Lava Jato bem que tentaram atingir aqueles que hoje são os principais críticos do trabalho que realizam: o Agente da Polícia Federal (APF) Dalmey Fernando Werlang, que assumiu a instalação de um grampo ambiental, sem autorização judicial, na cela do doleiro Alberto Youssef; e o Delegado de Polícia Federal (DPF) Mario Renato Castanheira Fanton, que foi à Curitiba convocado por esses mesmos delegados, mas saiu de lá, direto para Brasília, com relatórios detalhados de possíveis irregularidades que na atuação de seus colegas. Em agosto passado, os principais delegados da cúpula da Superintendência Regional do DPF no Paraná (SR/DPF/PR) – Rosalvo Ferreira Franco (superintendente), Igor Romário de Paula (diretor da Delegacia Regional de Combate ao Crime Organizado – DRCOR), Mauríci...